A
maior tecnologia para DJs da atualidade

E chegou a hora
de falar da tecnologia que ajudou a virar o
mercado fonográfico de ponta-cabeça:
os simuladores de vinil. No ringue, quatro grandes
fabricantes e uma disputa acirrada. Final Scratch,
Serato, Torq ou Traktor Scratch: qual o melhor?
Quais as vantagens e desvantagens de cada um?
Estas e outras dúvidas você tira
aqui.
Discotecar
usando um computador? Ah... dá um tempo!
Antes de mais nada, vamos entender como a coisa
funciona, e como chegamos até aqui. O
motivo? Simples: provavelmente sua decisão
final sobre qual sistema escolher vai estar
bem relacionada com o histórico do produto.
Palavra de quem usou o Final Scratch 2 por dois
anos e já conhece este mercado de cor
e salteado. Vamos lá!
O ano era 1998. Discotecar usando computadores
era um sonho distante: já tínhamos
programas no mercado (Virtual Turntables, PCDJ,
MJ Studio), mas a coisa era complicada. Usar
teclado e mouse para mixar músicas em
tempo real sempre foi algo difícil —
pra não dizer impossível. Eis
que na época poucos souberam de um projeto
audacioso: ligar um computador a um par de toca-discos
e usá-los para controlar as mp3 que eram
tocadas no computador. Uma simulação
total.
PCDJ Um dos softwares usados apenas como curiosidade,
hoje usado apenas por amadores.
Nascia o Final Scratch, um projeto de um grupo
de jovens alemães, que em 1998 apresentaram
ele em público em uma conferência
de usuários do finado sistema BeOS. Este
sistema operacional, nascido de uma dissidência
da Apple, era destinado pra PCs e tinha como
grande força o seu talento nato para
multimídia. Era um feito marcante se
comparado ao tosco Windows 98, que já
soluçava com o VTT tocando duas mp3.
Final
Scratch, o começo do sonho impossível
Sim, o Final Scratch era pra rodar noBeOS. Que
infelizmente morreu no ano seguinte. Mas o projeto
não se abalou: o grupo formou a empresa
N2IT, e em 1999 já rolaram as primeiras
apresentações ao vivo, em clubs
da Alemanha — sets simples, de 1 hora
de duração no máximo, mas
um feito.
Com as noites nos clubs, e a empresa N2IT formada,
os veteranos em tecnologia Richie Hawtin e John
Acquaviva, dois DJs que sempre foram conhecidos
por abusar ao máximo de toda parafernália
tecnológica que encontram, começaram
a apoiar o projeto, e dar idéias. A empresa
recebeu então um aporte da Stanton, clássico
fabricante de equipamentos para DJs. Nascia
o ScratchAmp, o aparelho que fazia a mágica
e interligava toca-discos com um computador
e fazia a mágica acontecer, e que foi
usado por toda a primeira geração
do Final Scratch.
A primeira versão do Final Scratch:
Visual muitoooooo sem graça, mas encantava
com a tecnologia!
A primeira versão comercializada do Final
Scratch rodava em Linux. Sim, isso mesmo: era
um CD bootável com um Debian configurado
apenas para rodar o programa. Como o Linux ainda
não tinha alcançado a maturidade
dos dias de hoje, era pau pra tudo que é
lado, principalmente em laptops que tinham placas
de vídeo GeForce — normalmente,
os laptops mais caros e mais profissionais.
Mesmo com muita gente maravilhada com o feito
tecnológico, ninguém botava fé
na idéia, por conta desses problemas
técnicos. Até que na versão
1.1, a Stanton fechou uma parceria com a Native
Instruments, no momento (e até hoje)
dona do melhor programa para DJs do mercado:
o Traktor DJ Studio, que na época, mesmo
em sua versão 1.0, deixava todos os outros
no mercado comendo poeira.
Nascia então o Final Scratch 1.1, que
vinha com o Traktor Final Scratch até
sua versão 1.5. O programa era bem simples,
mas funcionava no Windows, Linux e OSX, e dispunha
de funcionalidades como a excelente busca e
biblioteca de arquivos do Traktor, e uma função
de Master Tempo (Time Stretch), algo inédito
e impensável no mundo do vinil. Esta
função permite que o DJ acelere
o diminua a música, preservando sua entonação,
ou seja, você toca a música mais
rapidamente e aquela voz do artista não
vira uma voz de formiguinha.
Traktor Final Scratch 1.5: Agora sim, uma solução
profissional, com o apoio da Native Instruments.
E assim o Final Scratch se popularizou. Parou
na versão 1.5, debaixo de muitas críticas
com relaçao ao aparelho, o ScratchAmp.
Dava muitos problemas, diversos deram defeito
em um dos canais de áudio, e reclamava-se
do fato de usar o já ultrapassado USB
1.1 e componentes de baixa qualidade. Era hora
de dar um passo maior.
Final Scratch 2 - O ScratchAmp “Reloaded”
Rolava nos bastidores a seguinte conversa: a
Native Instruments fez de tudo ao alcance dela
para tirar o máximo possível do
Final Scratch 1.5, mas não tinha mais
jeito: o resto dos problemas só se resolveria
com o desenho de um novo aparelho. O acordo
entre as duas empresas era mais ou menos assim:
a Stanton fabricava o hardware e fazia a distribuição,
e a Native Instruments cuidava do software e
do atendimento. Parecia a solução
perfeita: a primeira só sabia fazer hardware,
e continuava cuidando do que fazia de melhor
(mesmo tendo zero de experiência com periféricos
de informática), e a segunda cuidava
da parte software e online, que era seu expertise.
Juntas, desenharam o que seria uma das melhores
placas de áudio de todos os tempos. Nascia,
então, o Final Scratch 2, na forma do
ScratchAmp 2. Grande e parrudo como um tanque,
o aparelho usava componentes da melhor qualidade
disponível no mercado, apresentava várias
conexões de entrada e saída, e
com uma versão melhorada do Traktor Final
Scratch, agora em cima do motor do Traktor DJ
Studio 2. A placa, agora usando o barramento
firewire, prometia. Realmente, o Final Scratch
2 é uma das melhores placas de áudio.
Diferente do Final Scratch 1, funcionava com
qualquer programa de áudio, com capacidade
fenomenais. E logo que saiu o Traktor DJ Studio
2.6, a coisa ficou melhor do que nunca: você
poderia usar o melhor software do mercado e
contar com recursos impensados pra usuários
de vinil: loops, beatjumps e controle total
tanto pelos toca-discos como pelo teclado, mouse
ou um controlador midi.
O
ScratchAmp2: Sem dúvidas uma das melhores
placas de som já produzidas!
A Stanton e Native Instruments tinham a faca
e o queijo nas mãos. A concorrência
tentava, e a única oferta à altura
era o Serato Scratch Live, parceria similar
feita entre o fabricante de equipamentos de
áudio Rane (cujos mixers são os
favoritos de 10 entre 10 ninjas do scratch),
e a Serato, uma empresa pequena, com alguma
experiência com softwares de áudio
para produtores.
Porém, havia algo de podre no reino da
Dinamarca. Durante 2 anos, enquanto o Traktor
DJ Studio não paráva de evoluir,
o Traktor Final Scratch 2 só teve dois
pequenos updates, parando na versão 2.0.3,
e deixando os usuários perturbados com
essa questão: o que estaria acontecendo?
Stanton
e Native Instruments: a casa caiu
Do nada, a Native Instruments passou todo o
suporte para Stanton — que sempre foi
péssima nisso, pois uma coisa é
dar suporte técnico para aparelhos através
de suas autorizadas; outra é aturar um
fórum repleto de usuários insatisfeitos.
Brigas judiciais pra lá e pra cá.
Se fez muito mistério durante o ano passado,
até que se revelou um desfecho trágico:
a Native Instruments ficou proibida de oferecer
compatibilidade ao Final Scratch 2, e teve que
retirar o suporte no Traktor DJ Studio 3.2.
A Stanton anunciava grandes novidades para janeiro
de 2007.
E quando chegou a hora, a grande decepção:
ela simplesmente arrancou o Traktor Final Scratch
do pacote, e rebatizou o mesmo aparelho de Final
Scratch Open, dizendo que agora todos e qualquer
um podem desenvolver programas compatíveis
com o Final Scratch. Todos, menos a Native Instruments
— dona do melhor software do mercado.
Hoje você compra o Final Scratch Open
por um ótimo preço. Porém,
ele vem sem programa nenhum. O que você
faz com ele assim que abre a caixa? Bela pergunta.
Você ainda vai ter que comprar algum programa
compatível com ele, e até o momento,
apenas o DJ Decks oferece um bom suporte. E
o DJ Decks, por mais simples e barato que seja,
não é lá essas coisas.
E se der pau no meio do caminho? Se você
reclamar com a Stanton, ela vai mandar você
pro fabricante do software que você usou,
e vice-versa. Que bonito hein?
A
moral da história: preste atenção
no fabricante
Como dizia o ditado, “diga-me com quem
andas…”. Aconteceu o que ninguém
esperava: as empresas simplesmente brigaram
e agora quem tem Final Scratch 2, ou vende,
ou usa o Traktor Final Scratch 2.0.3 —
que nem compatível com os Macs de processadores
Intel é. Por um tempo, ainda tinha-se
a “esperança” de gastar mais
300 dólares e comprar uma licença
do Traktor DJ Studio 3, mas agora nem adianta
mais: ele não oferece mais compatibilidade
com o Final Scratch 2.
A solução? Vender e nunca mais
se sujeitar a uma plataforma que pertença
a duas empresas. Separadas, nenhuma oferece
a solução completa. Mas o ponto
é: muito cuidado ao considerar sua compra
de equipamento, pois já se viu que depender
da junção de duas empresas pode
acabar com os seus sonhos de uma hora pra outra
e tornar sua vida inviável. O ScratchAmp
2 continua sendo a melhor placa de áudio
do mercado, mas e aí, de que adianta,
se não tem software 100% voltado pra
ele?
Enquanto
isso, na concorrência
Bom, chega de rolo e de lamúrias: vamos
ver o que aconteceu no resto do mercado.
Hoje existem várias opções
de simuladores de vinil. Mas somente quatro
deles ganham os holofotes no momento. Vamos
torcer pra que mais opções surjam,
afinal, quanto mais oferta, melhor. Vamos ver
um deles, um por um.
FINAL
SCRATCH OPEN
É uma placa de áudio maravilhosa,
e com o preço de tabela de 350 dólares,
até que poderia valer a pena. Só
que não tem software oficialmente, a
Stanton não é um fabricante de
software e pelo visto está traumatizada
com parcerias. Em suma, fuja dele. Final Scratch
morreu. Diz a lenda que ela vai lançar
o Final Scratch 3, mas VAI SABER... —
Bye, bye, Final Scratch. Foi bom te conhecer.
Resumo: só compre se você quer
uma placa de som firewire, porque ao abrir a
caixa você não vai ter como utilizar
ele, já que ele não vem com nenhum
programa. Mas por 350 dólares, sobram
opções de placas tão boas
quanto, menores e mais baratas.
SERATO
SCRATCH LIVE
A bola da vez. Como já tem bastante tempo
de mercado e uma base pequena, virou o querido
dos Top DJs. E com isso, seu preço ainda
não baixou um centavo: continua com o
preço de tabela de 600 dólares.
É um sistema fantástico, e agora
está com o mercado nas mãos. Seu
maior benefício é oferecer uma
baixíssima latência — que
é o tempo de resposta, ou seja, o reflexo
do sistema. O tempo que leva entre você
meter a mão no disco e o que acontece
na tela. Quanto mais baixo, melhor.
Não que os outros tenham latência
mais alta que dê pra você perceber,
mas você sabe como a Internet está
tomada de nerds e sabichões que sabem
de tudo, menos sair de casa. Dificilmente você
vai pegar qualquer sistema aqui e comparar lado
a lado e perceber diferenças —
estamos falando de coisas entre 8 e 16 ms.
O Serato é bastante simples, leve e até
um pouco espartano: a caixa preta e quadrada
parece um aparelho da década de 80. Ele
usa USB 1.1, um barramento antigo e ultrapassado,
e que recebe muitas críticas, mas isso
é besteira: o segredo é que a
caixinha do Serato não é apenas
uma placa de som; ela decodifica os sinais dos
discos e toma pra si parte do processamento,
daí as latências mais baixas. Porém,
isso tem uma contra-partida: é mais difícil
fazer atualizações e colocar mais
funcionalidades no programa. Prova disso é
que só recentemente ele ganhou a funcionalidade
de Master Tempo / Time Stretch.
Resumo: se você quer apenas tocar mp3
usando vinil, e não quer nenhuma funcionalidade
a mais, e orçamento não é
problema, o Serato é pra você.
Porém, assim como o primeiro Final Scratch,
ele não é uma placa de som: só
vai te servir pra tocar. Ele não é
compatível com mais nada, e é
fruto de uma parceria entre a Rane e a Serato,
que apesar de estar indo bem, pode acabar de
uma hora pra outra, nunca se sabe. Logo, você
tem um risco enorme de ficar com um tijolo nas
mãos. Mas é a plataforma utilizada
pelos tops hoje em dia, e muito popular aqui
no Brasil — não tem experiência
mais desagradável do que dois DJs de
simuladores diferentes dividindo a cabine, é
um verdadeiro macarrão de cabos pra todo
o lado.
M-AUDIO
CONECTIV/TORQ
O novo garoto do pedaço. Saiu de mansinho
no final do ano passado, e vem crescendo bem.
A M-Audio é uma marca com grande reputação
em equipamentos de áudio, e criou um
núcleo de produtos para DJs, que está
colocando vários produtos no mercado.
O Torq é o programa que vem com ele,
e tem uma cara meio feia, com fundo preto e
todo colorido, mas com um motivo interessante:
é o que possui melhor legibilidade quando
se está longe da tela, algo que faz falta
em várias situações.
O aparelho, o Conectiv, tem duas grandes vantagens
que botam ele bem à frente da concorrência:
o preço, 300 dólares, metade dos
demais. E o fato de só levar dois cabos
para o mixer. Sim, você espeta os toca-discos
nele, e dele saem apenas dois cabos pros line-in
do mixer. Se você quiser trocar do áudio
dele pros vinis, você muda a chave nele,
e não no mixer. O que é uma vantagem
IMENSA quando se está montando e desmontando
o equipamento nos clubs da vida — sem
dúvida a maior chatice de usar simuladores
de vinil. Ele permite até que você
misture áudio digital com o do toca-discos,
pra, digamos, tocar uma vinheta em cima de um
disco de vinil tradicional usando o mesmo canal,
algo que pode ser útil pra alguns DJs.
O Torq tem várias funcionalidades legais,
como suporte a plug-ins VST e bancos de samples.
O único problema dele é que ele
só funciona espetado a um Conectiv —
nada de usar uma outra placa de som se você
precisar mandar o seu Conectiv pro conserto.
Mas pelo menos não tem o risco dos outros:
tanto o fabricante do hardware como do software
é o mesmo — apenas os discos de
vinil são feitos fora, o que, convenhamos,
não é o fim do mundo. Eu, estou
usando ele no momento. Mas ainda não
tem quase ninguém usando o Conectiv por
aqui no Brasil. Se você quiser, ainda
pode comprar ele mais barato ainda, sem os discos
e cds especiais — apenas a placa de som
e o Torq. E sim, a placa de som, ou seja, o
Conectiv, pode ser usado com qualquer outro
programa de áudio, inclusive o Traktor
DJ Studio e um controlador midi. Mais flexibilidade,
impossível. É uma boa aposta.
Resumo:
a plataforma da M-Audio é bem nova, mas
a solidez da empresa tanto na parte do hardware
como também no software (Protools e Ableton
Live) com certeza dão base pra este produto.
Seu tamanho e a praticidade de ter dois cabos
a menos, e o preço reduzido, fazem do
Conectiv uma das melhores compras do momento.
Se orçamento é um problema pra
você, então nem tem o que pensar.
TRAKTOR
SCRATCH
Acabou de sair do forno o tão esperado
produto da Native Instruments, após o
fim trágico da parceria com a Stanton.
O que esperar dele? Sem dúvidas, um bocado.
Afinal, são anos lidando com esse tipo
de solução, e se o Final Scratch
aconteceu algum dia, foi por causa da Native
Instruments. Ela é também a autora
do melhor programa para DJs do mercado, o Traktor,
e sabe tudo de produção de áudio
e efeitos, já provados com seus softwares
de produção como o Kontakt, Absynth,
Massive, entre tantos outros. Faltava apenas
fabricar uma placa de som, e isso ela já
vinha fazendo com o Audio Kontrol.
Agora, com o lançamento da Audio 8, o
kit está completo: o Traktor Scratch
oferece tecnologia de ponta, compatibilidade
com o lendário Traktor DJ Studio, e anos
de experiência no assunto. Ainda não
tem reviews pipocando na Internet, pois ele
acabou de chegar nas lojas, mas os beta-testers
dizem que a latência é algo incrível.
Outra vantagem enorme é ter leds em todo
o canto da placa pra que, com uma simples olhada
pro Audio 8, você consiga saber como está
entrando e saindo o áudio dele.
O Audio 8 é uma placa de audio USB poderosíssima,
superando até mesmo o ScratchAmp 2. Componentes
de qualidade, construção sólida
e arranjo fenomenal, com detalhes como o passador
de cabos, o ganchinho que tem na parte traseira.
Entradas e saídas pra dar e vender, tornando
o Audio 8 um sonho de consumo não só
para DJs mas para profissionais de áudio
de todos os tipos e segmentos. É uma
senhora placa de som que vai acompanhar a vida
de muita gente.
Na
parte do software, o Traktor Scratch é
o velho e bom Traktor 3, mas com algumas coisas
a menos. Claro, ela não ia matar o produto
principal da linha de produtos de DJs dela.
Porém tem algumas vantagens, e eu diria
que a principal e mais importante é:
o programa funciona com perfeição
mesmo quando o sinal dos toca-discos fica mono,
algo que acontece DEMAIS, seja por cabos, mal
contato nas entradas, cápsula com problemas,
braço. Principalmente nas Technics MK2.
Isso é, sem sombra de dúvidas,
um belo avanço.
De resto, o que mata é o preço:
600 dólares também. Caro, muito
caro, talvez pelo exagero da placa de som, que
muitos não vão utilizar.
Resumo: é uma plataforma completamente
nova, e isso tem vantagens e desvantagens. Vem
cheio de idéias novas e tem um nome forte
por trás, que é responsável
por todas as partes do produto, o que nos deixa
seguros. Com certeza vai oferecer uma belíssima
e exclusiva integração com o Traktor
3 e versões futuras. Foi pensada por
gente que já lida com simulação
de vinil desde o começo. Porém,
é um produto novo e convém esperar,
afinal estamos cansados de ver que, graças
à correria de hoje em dia, quem sempre
sai na frente acaba se dando mal e pega problemas,
bugs e outras aporrinhações. Mas
é o preço que se paga por se estar
na ponta.
CONCLUSÃO
Existem
diversas outras opções, mas profissional
com “P” maiúsculo, só
essas mesmo. Neste longo artigo, vimos que a
história é importante, pois comprar
um produto que dependa de dois fabricantes pode
ser arriscado, como foi o caso dos usuários
do Final Scratch 2, que ficaram a ver navios.
Simuladores de vinil são o máximo
mesmo. É uma tecnologia interessante
demais, e até hoje, ainda me assombro
toda vez que meto a mão no disco e ouço
o áudio saindo em tempo real das caixas,
enquanto a música aparece sendo manipulada
na tela. Parece bruxaria... rsrsrsrs. É
uma sensação legal, e tem muitas
vantagens sim, mas também tem várias
desvantagens.